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| Treinos Odivelas-Odivelas 23 de Janeiro |
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| Escrito por Adelino Ramos |
| Dom, 24 de Janeiro de 2010 01:17 |
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Não foi a 65ª. Edição das CBT mas, simplesmente mais um dia incluído no plano de treinos para a ligação de Odivelas-Odivelas (Ferreira do Alentejo) . 9 horas , horário das habituais edições e já o srº. Odilio da “ Portugalicia” tinha as chávenas escaldadas para o cafézinho da manhã, dos 5 (cinco) simpáticos elementos das CBT, que de sorriso rasgado planeavam a aventura e o destino do treino que hoje iria decorrer . Das “Boxes” foi dado o sinal de que tudo estava em condições: Capacetes apertados, pneus com pressão suficiente, travões testados, mochilas com água e até com a certificação que todos possuam pelo menos uma barra energética, não vão as forças faltar.
Faltava o sinal de partida, tradicionalmente declamado pelo nosso companheiro Carlos Alberto que desta vez não apareceu de fato de treino, mas sim de fato e gravata, pois hoje a sua dedicação recaiu para o interesse da Nação. “Mas o seu a seu dono” e é já dentro do seu carro, à saída do portão da garagem por entre o vidro meio entreaberto que, surge: “ All at Board”. Primeiro destino, Pontinha, onde já devidamente equipado nos esperava um dos já tradicionais seniores do grupo. Com o pelotão completo, lá fomos nós pela ciclovia que faz a ligação a Monsanto “ o pulmão da cidade de Lisboa”, orientados pelo Jorge, num sobe e desce, por aqui e por ali, virando ora á direita ora à esquerda, por entre aquelas paisagens e vegetação, o que por momentos até me levou aos meus tempos de infância e imaginar estar nos caminhos da Beira Alta, citados pelo Mestre Aquilino Ribeiro, no seu livro “Os Caminhos de Aquilino Ribeiro”, um roteiro de memórias e fascínios. A pedalar e mesmo em ambiente de “treino” não faltou a harmonia e o convívio que sempre está presente no espírito das CBT, onde pedalada puxa pedalada e conversa puxa conversa, descobrimos ter no grupo um “poeta”, o GUTA SANTOS, um homem do teatro apaixonado pelo fado e pela escrita do mesmo, algumas letras cantadas por artistas de craveira bem como por marchas populares vencedoras de alguns prémios. Construi até uma das suas próprias guitarras. Um desafio de imediato lhe lançámos. As CBT ainda não criaram o seu hino!. De imediato e sem lhe pedirmos disse: “até estou a pensar em criar o hino das Colinas Bike Tour”. Duas voltas já cumpridas do circuito definido pelo Jorge, alguns km percorridos, o espelho transmitido pelas feições do Peter, os meus atrasos e os do Ruca, o soprar do Atabão e o “até logo” daquele veterano, me levava a crer estar na hora do regresso. Da cabeça do pelotão é lançado o desafio: vai mais uma? Quase em sintonia todos recuperaram o folgo e responderam: OK. Mais uma subidinha, umas tantas descidas, descobrimos um self-service para lavagem de bikes, pelo que logo nos colocamos na “bicha” e demos uma chuvarada nas nossas “Meninas”. Cumprido o objectivo proposto, rumamos na direcção da ciclovia, que para consolo de todos iniciou com uma descida digna de uns bons travões. Já novamente na Pontinha e com sentido em Odivelas ainda tivemos de satisfazer o pedido do Peter e descer aquela subida invertida da serra da luz. Satisfeitos, divertidos e mais preparados, chegamos a casa decorridos que foram os 50 km do trajecto. Amanha domingo lá estaremos prontos para a 65ª. Edição das Colinas Bike Tour.
Cumprimentos betetistas Adelino Ramos |
| Última atualização em Sex, 29 de Janeiro de 2010 21:21 |


